segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Uma luz no fim do tunel?

Os saltos ornamentais vive uma fase ruim aqui no Brasil. Na Olimpíada, o Brasil levou três atletas. Nenhuma renovação. Juliana Veloso foi para sua quarta Olimpíada, Cesar Castro e Hugo Parisi para a terceira.

O melhor resultado foi o de Cesar Castro, que foi semifinalista no trampolim. O mesmo Cesar já foi finalista olímpico, em 2004, e foi quinto no mundial de 2009, no melhor resultado da história de um brasileiro em mundiais adultos.

No último fim-de-semana foi disputado o Campeonato Brasileiro Junior, que valeu como tomadas de índices para o Mundial da categoria, em outubro.

Por um lado uma equipe grande, sete atletas. Por outro, nenhum homem fez índices para as provas olímpicas.

A melhor saltadora da categoria é Andressa Mendes, que com apenas 15 anos quase se classificou para a Olimpíada de Londres na plataforma. No campeonato júnior, ela fez o índice para o mundial, mas ficou com a prata, atrás de Giovana Pedroso. Giovana fez 316 pontos, Andressa 304.

Outro destaque foi Ingrid Oliveira, que fez índices nas provas de trampolim 1m(não olímpica), trampolim 3m e plataforma. Ela foi a única mulher do grupo A a conseguir classificação para provas olímpicas. Luana se classificou para o trampolim de 1m, prova não olímpica.

O Mundial Junior é disputado nos grupos A(16 a 18 anos) e o grupo B(14 a 16 anos).

No masculino,  Pedro Abreu, do Flamengo, e Jackson Rondinelli, do Pinheiros, superaram o índice de 449,00 pontos do trampolim de 1 metro masculino, com 461,55 e 460,35, respectivamente. Lembrando que o trampolim de 1m não é uma prova olímpica, apesar de ter sua importancia na formação dos atletas.

Faltou gente na plataforma e no trampolim 3m, que o Brasil não conquistou nenhum índice no masculino.

É o famoso "Melhorou,mas piorou". O famoso "Tá ruim mas tá bom".

E o saltos ornamentais será um daqueles esportes que MUITO DIFICILMENTE subirá ao pódio em 2016. Objetivo mesmo será conseguir o maior número de semifinais e finais e, principalmente, com novos atletas surgindo.

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domingo, 9 de setembro de 2012

Paralimpíadas

O Brasil terminou a Paralimpíada de Londres na sétima posição no quadro de medalhas por ouro, com 21 ouros,14 pratas e oito bronzes, 43 no total.

Desde o ano passado, o Comitê Paralimpíco Brasileiro trabalha com a ideia de subir para sétima posição no quadro de medalhas da paralimpíada, melhorando duas posições com relação a Pequim.

Objtivo difícil, mas que foi cumprido. Os 16 ouros de quatro anos atrás viraram 21.

Legal ter visto algumas modalidades "entrarem" no quadro de medalhas brasileiros, como o golbol, que foi prata com o time masculino, e a esgrima, que viu Jovane conquistar o inédito ouro.

Muitas histórias brasileiras podem ser lembradas. A histórica vitória de Alan Fonteles nos 200m contra Pistourius, as seis medalhas de ouro de Daniel Dias, o tricampeonato do futebol para cegos, o pódio 100% brasileiro nos 100m para cegos...Enfim, muitas e muitas histórias.

O judô se manteve no pódio, a bocha melhorou seus resultados e trouxe três ouros, o vôlei sentado ficou na quinta posição, as meninas do basquete em cadeira de rodas fizeram ótimos jogos.

O atletismo levou sete ouros, oito pratas e três bronzes, conquistando ao todo 18 medalhas, o mesmo número de Pequim, mas com qualidade muito maior. Destaque para as provas para cegos de velocidade.

Mas, nem tudo foram flores na participação brasileira.

O número de medalhas caiu. Em Pequim, foram 47 e em Londres foram 43. Caiu pouco, mas caiu.

Três modalidades que subiram ao pódio em Pequim, remo, hipismo e tênis de mesa ficaram sem medalhas em Londres. O remo ficou a poucos centésimos, mas hispismo e tênis de mesa ficaram distante da conquista. O ciclismo,que se esperava ao menos uma medalha, ficou no quase, muito no quase, perdendo o bronze no sprint final.

Na natação, o Brasil conseguiu uma ótima campanha, nove ouros, uma prata e quatro bronzes, catorze no total. Porém, em Pequim foram 19 medalhas, oito ouros, sete pratas e quatro bronzes.

 A dependência de apenas dois atletas, Daniel Dias e André Brasil, segue evidente. Se por um acaso os dois atletas não existissem, o Brasil teria apenas três medalhas na natação.

Outra crítica a natação é a forma como que a equipe foi montada ,sem nadadores s9, o que dificultou a montagem dos revezamentos brasileiros, que nadaram as finais com pontuação menor do que a máxima permitida, tendo claramente uma desvantagem.

Muitas e muitas vezes, principalmente no atletismo, judô e natação, a medalha ficou muito próxima, com muitos quartos e quintos lugares. Esses "quases" tiraram do Brasil a chance de melhorar o número total de medalhas, que é de 47.

Para os Jogos do Rio, o Comitê Paralimpíco Brasileiro quer ficar entre os cinco primeiros no quadro de medalhas. Algo totalmente possível, visto que o Brasil melhorou bastante em número de ouros nos últimos quatro anos e, quando a delegação atua em casa, o resultado sempre é melhor.

Dia 7 de setembro de 2016 começam os Jogos Paralimpícos do Rio. A expectativa é ficar na quinta posição.

E Existe essa chance REAL.

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sábado, 8 de setembro de 2012

Mundial de Mountain Bike

Acabou agora há pouco o Mundial de Mountain Bike, com as provas no adulto, sub-23 e junior.

O destaque ficou por conta de Nicolas Sessler, que ficou na décima primeira colocação na categoria júnior.
Ele parece ser o grande nome brasileiro para a Olimpíada de 2016, já ganhou medalhas em Copas do Mundo na categoria e está em oitavo no ranking mundial.

Outra revelação que pode vir a fazer um bom papel em 2016 é Raiza Goulão, campeã pan-americana sub-23 e que ficou em 26ª no mundial, na prova de ontem, sub-23.

O Mountain Bike feminino está em busca de ressurgir, já que desde a aposentadoria de Jaqueline Mourão, poucos foram os resultados bons. Teve até crise envolvendo a Confederação, técnicos e atletas, que ficaram bravas pois a entidade desistiu de mandar mulheres para as principais competições.

Raiza é bom nome que vem surgindo. Nesse mundial, o Brasil não participou da competição adulta entre mulheres.

Nos homens, Ricardo Pscheidt foi o melhor, em 43º. Quatro posições atrás ficou o representante brasileiros nas duas últimas Olimpíadas, Rubens Donizete. Henrique Avancini foi 54º.

O Ciclismo Mountain Bike brasileiro tem alguns bons nomes para a Olimpíada de 2016, mesclando jovens com os veteranos. Ainda não para ganhar uma medalha olímpica, mas sim para finalmente conseguir colocar alguém entre os 10 ou 15 primeiros.

No próximo dia 15 tem o mundial de ciclismo estrada.

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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Reunião 2013

Escrevi outro dia aqui no blog as expectativas de entrada de novos esportes para a Olimpíada de 2020, que será definido numa reunião em Buenos Aires, no ano que vem. Essa mesma reunião definirá as provas que serão disputadas em cada uma das modalidades, já que não haverá mais inclusões de ESPORTES para os Jogos do Rio.

Para ter uma ideia, na reunião de 2009 tivemos muitas definições quanto as provas que seriam disputadas três anos depois. O ciclismo pista e a canoagem velocidade mudaram quase todo o programa, o tênis teve acrescida as duplas mistas, o boxe teve a entrada das mulheres e a esgrima manteve o rodízio de armas por equipes.

Para a reunião de 2013, alguns esportes estão em busca de um lugar maior na Olimpíada.

Um pedido que deve ser aceito pelo Comitê Olímpico Internacional é o aumento de categorias na Luta Olímpica feminina, passando de quatro para sete. Isso muito em função do objetivo do COI de igualar a participação feminina e masculina.

A FINA ainda não oficializou, mas deve pedir para que as competições de polo aquático feminino tenham 12 equipes, assim como todos os outros esportes coletivos, e não só oito como acontece desde a estreia do esporte, em 2000. A participação de apenas oito seleções, limitou o nível técnico, deixando de fora a Holanda,campeã olímpica em 2008, e a Grecia, campeã mundial em 2011. Apesar de ser favorável a mudança, acredito que o Comitê Olímpico não vai aceitar.

Outro pedido que a FINA ainda não oficializou, mas todo mundo sempre comenta é a inclusão das provas de 50m peito, borboleta e costas, além dos 800m masculino e 1500m feminino. Acho que a Federação vai pedir que essas provas entrem, mas o pedido será negado. Acho uma chance muito maior de entrar as provas de 5km masculina e feminino nas águas abertas.

A Federação Internacional de Judô faz há alguns anos um lobby para a inclusão da competição por equipes, masculina e feminina, em Londres. Talvez, das mudanças esperadas para o Rio, seja a que mais iria interferir no desemepenho brasileiro, já que nossa seleção entraria como favorita ao pódio em ambos os casos. Acho que existe uma boa chance do COI aceitar, já que isso pouco aumentaria o número de atletas participantes( A imensa maioria dos atletas já disputariam a competição individual).

O basquete é outro esporte que quer crescer no cenário olímpico. Como ""seu rival"" vôlei tem o vôlei de praia, a modalidade aposta no 3x3 para virar olímpico. Acho muito difícil, mas já existe uma pequena possibilidade. O mesmo basquete ainda sonha com o aumento para 16 seleções no masculino, coisa que deve ser negado pelo COI, principalmente pela entidade estar em busca da igualdade dos sexos.

O boxe não ficou só satisfeito com a entrada das mulheres no programa olímpico. Em 2012, eram três categorias. A Associação Internacional de Boxe quer aumentar esse número e consequentemente aumentar as medalhas distribuídas na modalidade. Isso deve acontecer.

O Comitê Olímpico já decidiu que a esgrima tem em disputa "apenas" 10 ouros, o que faz com que a entidade faça um rodízio das competições por equipes. No ciclo de Londres, a espada masculina e o sabre feminino ficaram de fora. Para o Rio, haverá uma longa disputa política, para decidir qual prova ficará de fora.

Nenhum esporte pode ser incluído no programa de 2016, mas existe uma chance, muito remota, do futsal e/ou o futebol de areia entrarem na Olimpíada, pois seriam "braços" do futebol, assim como o vôlei de praia é um "braço" do vôlei. Mas é muito difícil.

As classes da vela estão praticamente decididas, como escrevi aqui outro dia. Existe uma chance, remota, de o Comitê Olímpico aceitar que a vela tenha 11 medalhas e não 10 e, assim, a classe Star ficasse no programa.

Tem algumas modalidades que sonham em aumentar o número de provas, mas que acho quase impossível.Aliás, nunca houve um pedido oficial mas existe uma "boataria" que algumas provas possam aparecer em 2016. O contra-relógio do ciclismo BMX, as provas de canoa feminina, o acréscimo de duas provas do tiro esportivo, a competição do triatlo por equipes ou mesmo a mudança da distância olímpica para o sprint...

A verdade é que não deve mudar muita coisa para os Jogos de 2016, principalmente porque o Comitê Olímpico Internacional busca manter a Olimpíada do tamanho que está, sem o aumento de atletas.  Como o principal objetivo do COI é igualar a participação feminina, toda decisão que visa o aumento da participação das mulheres na modalidade será pensada com carinho pelos "velhinhos" do COI.


Esperamos a reunião para entender exatamente como será a Olimpíada do Rio.

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terça-feira, 4 de setembro de 2012

Próxima parada- Jogos Sul-Americanos

A Olimpíada acabou e mais um ciclo se foi. O ano seguinte ao dos Jogos Olímpicos tem a maioria dos campeonatos mundiais das modalidades, como atletismo, natação, judo, handebol etc...mas não tem nenhuma grande competição poliesportiva.

Em 2013, acontecem os Jogos da Lusofonia e a Universíade, mas nenhuma competição daquelas em que todos os esportes são unidos, o país vai mesmo uma delegação repleta de atletas das mais variadas moaidades

A primeira competição grande é os Jogos Sul-Americanos, que em 2014 será disputado em Santiago, no Chile. A data e os esportes ainda não foram definididos, mas a competição reunirá quase 5000 atletas de 16 países.

O Brasil não dá 100% de atenção para o evento, tanto que a única medalhista olímpica que fez parte da delegação brasileira nos Jogos Sul-Americanos de 2010 foi Ketlyn Quadros, do judô. Mas a competição é um ótimo celeiro das revelações brasileiras.

Em 2002, nos Jogos que foram disputados no Brasil, surgiu Thiago Pereira que, na ocasião, brilhou com diversas medalhas. A primeira grande conquista adulta de Natalia Falavigna aconteceu naquela competição. Quatro anos depois, na Argentina, surgiu Jade Barbosa, que levou cinco ouros, e depois se tornou a ginasta mais completa do Brasil, chegando a duas finais olímpicas em 2008.

Em 2010, os Jogos aconteceram em Medellin e o boxe brasileiro brilhou. Foi a primeira competição poliesportiva com a disputa do boxe feminino e, Adriana Araujo levou ouro. Na ginástica, Arthur Zanetti foi campeão das argolas, poucos meses depois de "surgir" para o cenário mundial com a quarta posição no Campeonato do Mundo de 2009. Foi também a primeira competição internacional de Leonardo de Deus,semifinalista olímpica, e que venceu os 200m costas e 200m borboleta. Também foi o ponto de partida para Felipe França se especializar nos 100m peito, com a medalha de ouro na competição.

Mas, a maior revelação daquele sul-americano foi Rafael Silva. Na época reserva da seleção, ganhou medalha de ouro tanto nos pesados como no absoluto, abriu caminho para "roubar" a titularidade do veterano Daniel Hernandez. O resultado foi o bronze em Londres.

Os Jogos Sul-Americanos mostrarão alguns nomes para a Olimpíada de 2016 mas será a primeira grande competição do ciclo, em que a delegação do Brasil estará inteira unida para liderar o quadro de medalhas, já que perdeu a ponta para Colômbia em 2010 e para Argentina em 2006.

Numa comparação estranha, mas verdadeira, podemos dizer que somos os Estados Unidos dos Jogos Sul-americanos. Usamos o evento como preparação de jovens nas modalidades que somos melhores, e mesmo assim ganhamos mais medalhas, e mandamos nossos melhores atletas em modalidades não muito divulgadas aqui para que estes conquistem as primeiras glórias internacionais. Exemplos disso são diversos: Lutas, levantamento de peso, tiro, tiro com arco e outros mandamos nossas equipes principais.

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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Ginástica masculina

Aconteceu no último fim-de-semana o Campeonato Brasileiro de ginástica, em Goiania. E os resultados da ginástica masculina mais uma vez provaram a evolução dos atletas brasileiros.

Confesso que não assisti nenhuma apresentação, apenas vi as notas e alguns comentários de especialistas. Sei que algumas vezes as notas nos campeonatos nacionais são um pouco infladas, mas o que espera para a Olimpíada de 2016 são ótimos resultados.

A começar pela classificação brasileira por equipes para a Olimpíada, que seria inédita. O Brasil, mesmo sendo país sede, não tem vaga por equipes garantida e  terá de disputar o pré olímpico. O que o Brasil tem garantido é no mínimo um atleta no individual geral. A vaga para Londres ficou perto, o Brasil ficou em sexto no pré olímpico que dava quatro vagas, e imagino que para o Rio de Janeiro o Brasil finalmente se classifique.

No Campenato Brasileiro, notas muito boas. Arthur Zanetti, nas argolas, tirou uma nota melhor que na Olimpíada. Sergio Sasaki levou ouro no individual geral, salto, paralela e barra fixa. Se começar a treinar dois saltos bons novamente, briga por medalha em qualquer prova que entrar internacionalmente. No individual geral, se melhorar um ou outro aparelho, também vai para as cabeças.

O grande nome que vai "surgir" para 2016 é o de Arthur Mariano. Coloco aspas no surgir pois eu falo dele aqui desde 2010, quando a medalha na Olimpíada da Juventude bateu na trave. Ele tem um solo e um salto muito bons e tem tudo para ser um ótimo atleta do individual geral. Já é o segundo melhor do Brasil no quesito.

Chico Barreto, Péricles e Petrix já fizeram parte de seleções adultas em grandes competições. Outros nomes estão aí, como os de Caio Costa, Caio Campos e Henrique Flores, nomes que estão sendo lapidados para 2016.

Já Diego Hypolito terá, na Olimpíada do Rio, 30 anos. É um pouco avançada, mas não muito. Não aposto num bom resultado dele daqui a quatro anos mais pelo fato de ter passado por inúmeras cirurgias. Ele é o melhor ginasta que o Brasil já teve, bicampeão mundial, mas acho que o corpo não aguenta até a próxima Olimpíada.

Como já disse aqui outras  vezes, pode parecer cedo, mas confio em pelo menos duas medalhas deles na Olimpíada do Rio. São nomes muito bons.

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domingo, 2 de setembro de 2012

Rugby e golfe

Dois serão os esportes novos na Olimpíada de 2016, o golf e o Rugby de 7. Serão duas medalhas de ouro entregues em cada uma das modalidades, uma no masculino e outra no feminino.

O Rugby é um dos esportes mais populares do mundo e a Copa do Mundo, disputada de quatro em quatro anos é uma das maiores competições do mundo. Na Olimpíada, a versão do rugby não é a que é disputada na Copa do Mundo e sim o Rugby Sevens.

Como país sede,  o Brasil tem direito de levar as duas seleções, masculina e feminino. Só se a Federação Internacional achar que o nível brasileiro está muito fraco e o time não poderá participar, como aconteceu com a Grécia no hóquei na grama em 2004. Acho que no caso do Rugby, as duas seleções vão sim estar presentes.

O time feminino é mais competitivo em termos internacionais. Domina o Campeonato Sul-Americano há anos e participou da Copa do Mundo de 2009, ficou em 10º. Para a Copa do Mundo de 2013, a seletiva sul-americana não foi disputada, mas é muito provável que a vaga fique com o Brasil.

No masculino, o time participou dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, fez bons jogos mas fechou na sétima posição(a competição não ocorreu no feminino). Nas competições do Circuito Mundial, perde a maioria das partidas, mas mostra uma evolução. O melhor resultado, foi a medalha de bronze no sul-americano do ano passado, em Bento Gonçalves.

O destaque para o Rugby é o trabalho fora das quatro linhas, principalmente com as propagandas inteligentes da Topper. Os times estão crescendo mas uma medalha tão cedo é difícil. Mas é legal ver toda a mobilização da modalidade aqui. Como diz a propaganda, um dia ainda vai ser grande.

O golfe também fará parte dos Jogos de 2016, depois de mais de um século fora. Alexandre Rocha vem conquistando alguns bons resultados no Pga Tour. No feminino, Angela Parker já brilhou nos campos internacionais, mas passou por uma crise que ninguém sabe direito o que aconteceu.

Medalha nesses dois esportes em 2016, quase impossível. Mas as duas modalidades voltam a ser olímpicas depois de mais de um século de ausencia exatamente no Brasil.

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